São seis da manhã e o despertador já venceu a primeira batalha do dia. O café da manhã muitas vezes é engolido em pé; saímos às pressas, as mensagens não param e as contas chegam antes do salário. Corremos de um lado para o outro lutando para sobreviver e, quando a noite chega, quase não sobra força para pensar — até que mais um dia nasce e começa tudo outra vez.
Por fora, muitos parecem bem. Sorriem nas fotos e respondem: “Tudo bem? Tudo certo!”. Mas, por dentro, muita gente está em pedaços: ansiosa, cansada, vazia, sem saber para onde a vida a está levando. E, enquanto corremos olhando para o chão, quase ninguém percebe que o mundo ao redor está mandando sinais. Os rios secam, as chuvas desabam, o calor bate recordes e até o céu tem dado avisos.
A pergunta que fica é simples e inquietante: quanto tempo ainda temos? Basta olhar as notícias de 2026: calor recorde e incêndios no Hemisfério Sul, calor extremo na Europa, enchentes no Nepal, bem pertinho no Rio Grande do Sul, seca ameaçando a Amazônia e Roraima, além da previsão de um El Niño que ainda nem começou. Até o céu deu seu aviso. Em janeiro, a tempestade solar mais forte em mais de 20 anos atingiu a Terra e espalhou auroras por lugares onde elas quase nunca aparecem. Parece que a própria Terra está gemendo e que o céu também está falando.
Muito antes de existirem satélites, termômetros ou boletins meteorológicos, a Bíblia já descrevia um mundo em convulsão antes da volta de Jesus. Ele falou de sinais no sol, na lua e nas estrelas, de nações em angústia e do bramido do mar e das ondas (Lucas 21:25). Também mencionou fomes, pestes e terremotos em vários lugares, destacando que esses sinais seriam apenas o “princípio das dores” e ficariam mais frequentes e intensos (Mateus 24:7-8).
Mas a Bíblia não termina na tempestade. No mesmo discurso, Jesus consolou: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima” (Lucas 21:28). E o último livro da Bíblia promete um mundo sem lágrimas, sem morte e sem dor, onde Deus declara: “Eis que faço novas todas as coisas” (Apocalipse 21:4-5). Para quem está cansado por dentro, o convite do Salvador é direto: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).
É exatamente aqui que entra o livro Contagem Regressiva – O Amanhecer de um Novo Tempo, do pastor Alejandro Bullón. Peruano de nascimento e brasileiro de coração, Bullón é um dos evangelistas mais conhecidos da América do Sul. Ele escreveu esta obra para quem nunca teve coragem de abrir o Apocalipse. Com linguagem simples, o livro enfrenta as perguntas que muita gente carrega em silêncio: por que sofremos? Para onde este mundo está indo? Existe algo depois de tudo isso?
Bullón compara o nosso tempo a um relógio que se aproxima da meia-noite. Capítulo após capítulo, ele percorre as grandes profecias do Apocalipse: os Quatro Cavaleiros e o que eles revelam sobre a história; a mulher perseguida e a hora do juízo de Deus; os poderes do tempo do fim, o selo de Deus e a marca da besta; o Armagedom, que ele apresenta como uma batalha espiritual travada no coração de cada pessoa; e o desfecho mais esperado da história: a volta gloriosa de Jesus.
Mas o livro não foi escrito para assustar. O subtítulo diz tudo: depois da noite mais escura, vem o amanhecer de um novo tempo. A contagem regressiva não é o fim da esperança; é a confirmação de que ela está chegando.
Desde 2006, uma vez por ano, adventistas de oito países da América do Sul saem às ruas com um só objetivo: entregar esperança de graça. Livros e revistas com mensagens bíblicas são distribuídos de porta em porta, em praças, hospitais, terminais e semáforos. Em 2026, a ação especial aconteceu em 17 de outubro, e a distribuição continua ao longo de todo o ano.
O presente deste ano é Contagem Regressiva. Só no Nordeste, a estimativa é de mais de 1,4 milhão de exemplares; no Amazonas e em Roraima, mais de 280 mil livros chegam gratuitamente às mãos das pessoas.
Por que isso importa? Porque num mundo que corre sem parar, alguém precisa parar por você. Atrás de cada porta pode haver uma pessoa sorrindo por fora e desmoronando por dentro. Um livro entregue com carinho pode ser a primeira pausa que ela faz em muito tempo — e talvez a resposta que ela vinha pedindo em silêncio.
Talvez você tenha recebido este livro hoje e pensado em deixá-lo na estante. Não deixe. Separe vinte minutos, longe do celular e da correria, e leia o primeiro capítulo. Se ainda não recebeu o seu, procure uma Igreja Adventista perto de você ou leia gratuitamente no site adventistas.org.
A terra está gemendo. O céu está falando. A contagem regressiva já começou. Mas, para quem tem esperança, ela não termina em escuridão: termina no amanhecer.
*Dolane Patrícia é advogada com atuação destacada no Direito de Família, Direito do Trabalho e direito previdenciário, especialista em em execução, Neurociência e Alta Performance, Direito Processual Civil e é mestre em Desenvolvimento Regional da Amazônia. Sua trajetória profissional inclui experiência como chefe da Divisão Financeira do Banco do Estado de Roraima e atuação na Secretaria de Estado da Fazenda de Roraima, além de já ter sido assessora do atual desembargador presidente do Tribunal de Justiça de Roraima. Sua formação e atuação também são marcadas pela busca permanente de aperfeiçoamento e pela aproximação entre Direito, comportamento, liderança, tecnologia e inovação. . É juíza arbitral, escritora e analista de perfil comportamental, reunindo em sua trajetória conhecimento jurídico, experiência institucional, gestão, desenvolvimento humano e comunicação É Master Coach pela FEBRACIS e é mentorada por José de Andrade, Erik Navarro e Alessandro Meliso, ex-juízes que se tornaram advogados de referência no Brasil e que contribuíram para sua formação e desenvolvimento profissional. Sua trajetória é marcada por reconhecimentos nacionais e internacionais, entre eles o Selo de Ouro Referência Nacional 2024 e 2025, e referência digital em 2026, recebido em São Paulo, além de homenagens e distinções relacionadas à sua atuação profissional, acadêmica, institucional e cultural. No cenário nacional, possui participação em espaços acadêmicos e institucionais, incluindo a ALACA (Academia de Artes, Letras e Culturas da Amazônia), o Núcleo Acadêmico de Artes e Letras de Portugal e Argentina, a Academia de Letras e Artes de Paris, a Academia Francesa e a Academy of Letters of Boston. Sua trajetória inclui, ainda, participação e representação de Roraima em conferência internacional de Direito na Harvard University, além de estudos e aproximações com temas relacionados à inovação, tecnologia e Inteligência Artificial, incluindo o Massachusetts Institute of Technology (MIT). Como escritora e comunicadora, utiliza sua experiência para produzir conteúdo jurídico e compartilhar conhecimento com a sociedade, mantendo presença em diferentes plataformas digitais:
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