Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Damorida em FocoDamorida em FocoDamorida em Foco
  • Início
  • Categorias
    • Agricultura
    • Artigos
    • Cidade
    • Colunas
    • Cultura
    • Destaques
    • Economia
    • Educação
    • Esporte
    • Início
    • Infraestrutura
    • Negócios
    • Polícia
    • Política
    • Saúde
    • Trânsito
    • Variedades
  • Quem Somos
  • Transmissão ao Vivo
  • Contato
  • Marcadores
  • pt
    • en
    • pt
    • es
Leitura: PATRIMÔNIO CULTURAL – Paçoca de carne preserva tradição e leva identidade roraimense para o mundo
Compartilhar
Entrar
Notificação
Redimensionador de fontesAh
Redimensionador de fontesAh
Damorida em FocoDamorida em Foco
  • Início
  • Quem Somos
  • Ao Vivo
  • Contato
Pesquisar
  • Início
  • CATEGORIAS
    • Agricultura
    • Artigos
    • Cidade
    • Colunas
    • Cultura
    • Destaques
    • Economia
    • Educação
    • Esporte
    • Infraestrutura
    • Negócios
    • Polícia
    • Política
    • Saúde
    • Trânsito
    • Variedades
  • Quem Somos
  • Ao Vivo
  • Contato
Você ja tem uma conta? Entrar
Siga-nos
  • Início
  • Quem Somos
  • Contato
  • Marcadores
Rua: Ocidente, 209 | Conjunto Cruviana | Bairro: Equatorial. CEP: 69.317-362 - Boa Vista – Roraima
(95) 99124-4646 | @webtvdamorida
© 2024 - www.damoridaemfoco.com.br | Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por: Gambody
Damorida em Foco > Blog > Destaques > PATRIMÔNIO CULTURAL – Paçoca de carne preserva tradição e leva identidade roraimense para o mundo
DestaquesCidadeCultura

PATRIMÔNIO CULTURAL – Paçoca de carne preserva tradição e leva identidade roraimense para o mundo

Sílvia Vieira
Sílvia Vieira
Compartilhar

Compartilhe isto!

Carne, farinha, manteiga, cebola e uma história que atravessa gerações. Para quem vive em Roraima, a paçoca de carne vai muito além de uma receita tradicional. Presente nas mesas das famílias, nos estabelecimentos da cidade e nas grandes celebrações populares, a iguaria carrega sabores, memórias e costumes que ajudam a contar a história do povo roraimense.

E esse valor ganhou reconhecimento oficial. Desde fevereiro de 2025, a paçoca de carne é considerada Patrimônio Cultural Imaterial de Roraima, por meio da Lei Estadual nº 2.108/2025. No mesmo ano, outro reconhecimento colocou Boa Vista definitivamente como referência quando o assunto é a iguaria: a Lei Federal nº 15.195/2025 conferiu ao município o título de Capital Nacional da Paçoca de Carne com Farinha.

Os reconhecimentos reforçam uma relação que vai muito além da gastronomia. Para a superintendente de Turismo da Fundação de Educação, Turismo, Esporte e Cultura (FETEC), Alda Amorim, preservar a paçoca significa manter viva parte da memória do estado.

“A paçoca de carne representa muito da nossa história e da identidade do povo roraimense. É um alimento ligado às nossas raízes, à vida no campo, às famílias e aos encontros em torno da mesa. É uma receita simples, mas carregada de memória afetiva e tradição, transmitida de geração em geração. Quando reconhecemos a paçoca como patrimônio cultural, estamos dizendo que ela não é apenas comida: é parte da história de Roraima”, destacou.

Da mesa roraimense para o mundo

Se por décadas a receita passou de geração em geração, nos últimos anos ela também ganhou projeção nacional e internacional. Um dos principais responsáveis por essa visibilidade é o Boa Vista Junina, evento em que a preparação da Maior Paçoca do Mundo se consolidou como um dos momentos mais aguardados da programação.

A tradição começou em 2015, quando foram preparados 500 kg. Desde então, a quantidade cresceu ano após ano. Em 2024, a iguaria entrou oficialmente no Guinness World Records, com 1.356 kg, tornando-se a Maior Paçoca de Carne do Mundo.

E a história continuou crescendo. No Boa Vista Junina 2026, um novo recorde foi estabelecido: 1.593,5 kg. A preparação levou mais de 15 dias, mobilizou dezenas de profissionais e fornecedores de diferentes municípios de Roraima e, após a pesagem, a paçoca foi distribuída gratuitamente para cerca de 10 mil pessoas.

Para o prefeito de Boa Vista, Marcelo Zeitoune, a dimensão alcançada pela paçoca mostra como uma tradição pode se transformar também em motivo de orgulho e dar projeção à cidade.

“A paçoca faz parte da história de quem nasceu aqui e de quem escolheu Roraima para viver. É um sabor que lembra família, tradição e a nossa própria identidade. Quando Boa Vista leva essa cultura para um evento como o Boa Vista Junina e consegue apresentá-la para o Brasil e para o mundo, estamos valorizando aquilo que é nosso. Hoje, temos orgulho de sermos a Capital Nacional da Paçoca de Carne com Farinha e de ver essa tradição sendo preservada e passada para as próximas gerações”, afirmou.

Turismo que também passa pelo sabor

A projeção alcançada pela iguaria também fortalece outro segmento: o turismo. Para Alda Amorim, experimentar a culinária típica é uma das maneiras pelas quais o visitante estabelece contato direto com a história e os costumes de um destino.

“Quando valorizamos a paçoca, transformamos um elemento da nossa identidade em uma experiência para quem visita Boa Vista e Roraima. O turista prova o prato, mas também conhece a história, os ingredientes, os costumes e as pessoas que mantêm essa tradição viva. Isso fortalece nossos restaurantes, empreendedores, produtores e toda a cadeia do turismo. A paçoca acaba se tornando também uma marca do destino”, explicou.

Essa dimensão cultural ganhou ainda mais evidência nesta semana, quando Boa Vista recebeu o encontro “Patrimônio Criativo de Boa Vista: Tempo, Identidade, Inclusão Produtiva e Renda”, promovido pela Prefeitura de Boa Vista em parceria com instituições como o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A programação discutiu justamente a preservação e a valorização das referências culturais, além de sua relação com a identidade, a inclusão produtiva e a geração de renda.

Uma tradição para as próximas gerações

O reconhecimento como patrimônio imaterial também carrega uma responsabilidade: garantir que os conhecimentos, as práticas e as memórias associados à paçoca continuem vivos. Para Alda, esse processo passa principalmente pelo envolvimento das novas gerações.

“Quando uma criança ou um jovem conhece a história da paçoca e entende por que ela é importante para Roraima, estamos fortalecendo o sentimento de pertencimento. O patrimônio precisa estar vivo, presente no cotidiano e ser constantemente transmitido, valorizado e celebrado”, ressaltou.

BV JUNINA 2026 Maior Paçoca do Mundo bate mais um recorde, atingindo a marca de 1.593,5 Kg
DOMINGO COM DANÇA CCJuv inicia aulas gratuitas de zumba no Parque Anauá
“VAMOS RESGATAR O TESOURO?” – Teatro Municipal recebe espetáculo infantil neste fim de semana
SEMANA PEDAGÓGICA – Palestrantes renomados compartilham conhecimentos e experiências com profissionais do ensino fundamental
TAÇA SENADOR MECIAS DE JESUS – Definidos os finalistas da competição; decisão será dia 02 de agosto.
Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram E-mail Link de cópia Imprimir
Compartilhar
Artigo Anterior Prefeitura inicia asfaltamento da Rua Vovó Júlia, no bairro Caimbé

Compartilhe

Nossas Redes Sociais

3.7KSeguidoresLike
9.2KSeguidoresSeguir
1.4KAssinantesSe inscrever
9.6KSeguidoresSeguir

Kwai

2.1k
Damorida em FocoDamorida em Foco
Rua: Ocidente, 209 | Conjunto Cruviana | Bairro: Equatorial. CEP: 69.317-362 - Boa Vista – Roraima
(95) 99124-4646 | @webtvdamorida
© 2024 - www.damoridaemfoco.com.br | Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por: TI
Vá para versão mobile
adbanner
Bem vindo

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?